Conheça quais são as marcas esportivas que mais faturam com NFTs

Com os NFTs sendo uma tendência de mercado já há mais de 3 anos, ao longo desse tempo diversas marcas dos mais variados ramos entraram nessa onda e aproveitaram para criar seus próprios artigos digitais e faturar milhões com o segmento. Um dos nichos que se viu mais rentável se mesclando com a Web 3.0 nesse meio tempo foi o de Esportes, que desde ações revolucionárias como os Fan Tokens ou até digitalização de itens colecionáveis, já faturou bilhões de dólares.

Tendo em vista que o Esporte e a nova era digital parecem caminhar de mãos dadas para o futuro, principalmente junto de marcas já consolidadas no mercado, confira quais foram os nomes que mais faturaram com NFTs no ramo do Esporte até hoje:

Nike

Uma das maiores, se não a maior empresa do ramo de artigos esportivos do mundo, a Nike já vem a mais de 50 anos se revolucionando e trazendo ideias e novidades que mudam totalmente o mercado, e dessa vez, não seria diferente.

Os estadunidenses foram um dos pioneiros ao se inserirem logo de cara no boom das NFT em meados de 2020. Sendo com o lançamento de coleções de tênis digitais que se tornavam físicos, ou em parcerias com associações à marca, a Nike já faturou mais de 185 milhões de dólares (912 milhões de reais) com os seus Tokens não Fungíveis (NFT) ao longo desses anos.

Adidas

Diferente da sua maior rival no mercado, a Adidas demorou um pouco mais pra se inserir no mercado de NFTs, inclusive, fazendo suas investidas mais ousadas apenas agora no ano de 2023. Não existe um motivo oficial dado pela empresa para a “demora” para entrar em um negócio que parecia tão rentável e promissor, no entanto, especialistas apontam que os alemães vem tentando há ao menos 2 anos, porém, com lançamentos e projetos atrasados devido ao “Inverno Cripto”.

Com uma diferença enorme pra Nike, mas que promete evoluir em 2024, a Adidas até então já faturou cerca de 11 milhões de dólares com NFTs, algo em torno de 54 milhões de reais.

Australia Open

Responsáveis pela organização de um dos mais respeitáveis e importantes torneios da história do tênis, o Austrália Open também é dono de uma importante história de ações envolvendo NFTs.

Em 2022, a organização do torneio montou uma coleção de Tokens Não Fungíveis super elaborada, que até então, era revolucionária para o mercado.

Criando a partir das próprias bolas usadas durante a disputa do aberto, a AO fez com que os NFTs subissem de nível de acordo com a velocidade com que as bolinhas eram rebatidas e suas qualidades, contendo inclusive assinaturas de tenistas que valorizavam ainda mais alguns itens.

De la pra cá, a coleção feita pela AO já teria girado mais de 7 milhões de reais no mercado oficial do projeto, disponível no OpenSea.

McDonald’s ganha seu próprio Metaverso; Veja como participar

O McDonald’s, a famosa rede de fast-food, decidiu comemorar o 40º aniversário dos famosos McNuggets convidando-se para o universo Web3. Assim, a gigante do fast-food inaugurou o McNuggets Land, um espaço virtual localizado no metaverso The Sandbox, onde os usuários podem desfrutar de uma experiência divertida e interativa baseada no produto indispensável da marca.

Esta não é a primeira vez que a famosa marca se aventura no universo Web3. Na verdade, o McDonald’s já foi notícia em abril de 2021 com o lançamento de uma coleção gourmet NFT. Esta última incursão no metaverso mostra o quão determinada a marca está em participar nas últimas tendências tecnológicas e capitalizar a mania destes novos espaços virtuais.

Imersão e minigames no Metaverso do McDonald’s

McNuggets Land convida os visitantes a descobrir um mundo pixelizado povoado por personagens antropomorfizados à imagem dos famosos nuggets de frango. Os aventureiros encontrarão também elementos referentes aos vários molhos emblemáticos que acompanham estes saborosos petiscos. Mas isso não é tudo, pois também é possível embarcar em missões jogáveis que rendem recompensas em SAND, a moeda virtual do The Sandbox.

Em McNuggets Land, vários minijogos temáticos mantêm os visitantes entretidos e testam suas habilidades.

Essas experiências de jogo exclusivas no The Sandbox oferecem aos usuários a chance de ganhar recompensas, principalmente no SAND.

A filial do McDonald’s em Hong Kong está por trás desta iniciativa ousada, que ilustra a convergência entre o mundo virtual e o setor tradicional de fast-food.

O McDonald’s junta-se a uma lista crescente de empresas e celebridades que investem no metaverso para desenvolver a sua presença e alcançar novos públicos. Esses mundos digitais oferecem inúmeras oportunidades para as marcas criarem experiências imersivas e personalizadas para seus clientes, ao mesmo tempo que aproveitam o poder do blockchain e dos tokens não fungíveis (NFT).

Torcida do Santos deve ganhar 700 mil por causa de Criptomoeda; Entenda

O Mercado Bitcoin, corretora de criptomoedas líder no Brasil, anunciou no último mês que fará o pagamento de R$ 706.096 para os holders do Token da Vila, produto em parceria com o Santos Futebol Clube. O pagamento é referente à segunda parcela da transferência do jogador Emerson Palmieri, do Olympique Lyon para o West Ham da Inglaterra.

Em março deste ano, os holders do token já receberam a primeira parcela do pagamento pela venda do atleta (R$ 697.342) e agora recebem a segunda, resultando em um valor total de R$ 1,4 milhão já gerados para os investidores do Token da Vila.

Além disso, como o clube santista detém 3,66% do departamento de treinamento do jogador, há grandes expectativas entre os investidores de que em breve será feito um empréstimo para a venda de Neymar ao Al Hilal por US$ 1 milhão na última janela de transferências.

Método de lucro da Cripto se baseia em mecanismo da FIFA

A venda de qualquer um dos 12 jogadores que junto com o Santos compõem a Cesta de Produtos MB permitirá que os detentores de tokens Vila recebam um valor proporcional à quantidade de tokens que possuem.

Esta compensação só está disponível através do Mecanismo de Solidariedade da FIFA, que foi criado para recompensar as equipas de futebol pela formação profissional dos seus jogadores de uma forma que retribua à indústria do treino e dê aos clubes o direito a parte da conversa.

Gigantes do Mercado de Games reacendem interesse em NFTs

De acordo com o site oficial da Ubisoft, ela pode primeiro lançar no ar os tokens gratuitos necessários para a participação. Um teaser trailer do jogo sugere uma estética semelhante aos jogos de mesa.

A empresa também lançou personagens Rabbid no Sandbox e ofereceu itens colecionáveis semelhantes ao nome do futebol de fantasia baseado em cartas de Sorare. Lançado em fevereiro de 2022, o Oasys é um blockchain compatível com EVM, prova de aposta e taxa zero de gás.

Sua equipe fundadora inclui executivos das principais empresas de jogos, incluindo Bandi Namco Research e PlayStation.

Usando a rede Oasys, a fabricante japonesa de jogos SEGA trará o sucesso do Web2, Sangokushi Taisen, para o Web3. Os especialistas em jogos Blockchain, Double Jump Tokyo, desenvolveram o jogo de cartas colecionáveis para PC, Battle of Three Kingdoms. Anteriormente, a SEGA lançou uma coleção NFT na Oasys.

Oasys e SEGA podem revolucionar o mercado de Games P2E?

Os jogos Web3 oferecem aos jogadores a oportunidade de possuir e trocar ativos no jogo. Existem mais de três bilhões de jogadores em todo o mundo. De acordo com algumas estimativas, os jogos são maiores do que as indústrias musical e cinematográfica juntas.

As primeiras tentativas de jogos blockchain tiveram dificuldade para criar uma jogabilidade atraente. Em vez disso, os desenvolvedores se concentraram na economia blockchain do jogo, às vezes às custas de visuais ruins ou histórias insignificantes.

Indiscutivelmente, isso ocorreu porque os jogos foram desenvolvidos por empresas com habilidades em criptografia, e não no espaço de jogos.

Por outro lado, a Ubisoft, criadora das megafranquias Assassin’s Creed e Far Cry, é o primeiro estúdio AAA a investir significativamente em jogos baseados na Web3. Além de trazer a economia da Web3 para um título que os jogadores desejam jogar, Grimoria poderia reacender o crescente interesse no espaço NFT.

Antes de sua mudança para a inteligência artificial, a Meta, controladora do Facebook, queria atrair mais usuários para sua experiência no metaverso Horizon Worlds por meio de ambientes virtuais.

As ambições do metaverso da empresa sofriam com requisitos de hardware complicados e com a falta de adesão do mainstream.

Criador do Atari aponta motivos de Gamers odiarem o mundo Cripto

Nos dias de hoje já não é novidade dentro da comunidade Cripto que o nicho dos “Gamers” considerados tradicionais nutrem um grande sentimento de desdém pelas criptomoedas e tokens não fungíveis (NFTs) em seus jogos favoritos. A razão para isso nunca foi clara, geralmente dadas comunidades dentro deste mesmo nicho tendo seus motivos, no entanto, o fundador da Atari, Nolan Bushnell, teria apontado um ponto de partida, onde todo esse “ódio”.

Segundo um dos grandes nomes da história do mercado de Games, esse hate dos gamers em cima do universo Cripto teria começado com o boom dos jogos P2E (play-to-earn). Essa classe de games ganhou destaque durante a pandemia, junto com todo o crescimento e uma certa globalização das NFTs.

Dentro dos games P2E, os jogadores tem uma mecânica quase que de investimentos, já que o objetivo é na maioria de suas vezes é o lucro, e quanto mais dinheiro investido, mais retorno. Práticas que envolvem grandes investimentos para obter retorno, seja de vantagens no jogo ou até mesmo dinheiro como é o caso, não são nem vistas nas comunidade dos gamers, podendo ser esse um dos pontos que justifica a fala de Nolan Bushnell.

“Posso dizer claramente de onde vem esse desdém pela criptografia. O ódio vem desses jogos jogue para ganhar (P2E) que foram os pioneiros nos jogos blockchain”, afirmou o CEO.

“Bons jogadores não gostam de trabalhar duro. Investir é uma merda. O que os jogadores querem é diversão e, infelizmente, esses jogos do tipo jogue para ganhar dependem 100% da teoria mais tola para funcionar”, completou.

Fundador da Atari aponta futuro dos Games P2E

Considerado o criador do “Poderoso Chefão” dos games, Bushnell acredita que o futuro dos jogos Web3 depende de uma grande mudança na dinâmica de jogar para ganhar e de um foco renovado na construção de mundos virtuais convincentes por meio do uso da tecnologia de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR).

Bushnell ainda explica que a adopção em massa destes novos mundos, dependerá inteiramente da necessidade humana de socialização, bem como de um sentido permanente de “lugar e tempo” na nova economia dos mundos virtuais.

“Como você conhece as pessoas? Onde você os conhece? Esse é o tecido conjuntivo da Web3 e do metaverso. Se você puder fornecer essa sensação de lugar e tempo real em mundos virtuais, é aí que acho que realmente temos algo”, disse Nolan Bushnell.

Relembre Memecoin que foi do luxo ao lixo em poucas horas

Uma nova Criptomoeda da categoria Memecoin, chamada PEPE (Pepecoin) está fazendo sucesso nas últimas semanas. Afinal, a mesma foi responsável por literalmente “criar” novos milionários no universo das Cripto. Isso ocorreu porque, devido a uma valorização explosiva de 50 mil vezes mais seu valor normal a moeda digital criada em 17 de abril chegou a uma capitalização de mercado de 1 bilhão de dólares, ou seja, quase 5 bilhões de reais, superando grandes nomes da área, como Axie Infinity (AXS) e Decentraland (MANA).

No início de maio, o token novamente até experimentou um novo rali de 10.000%, dobrando os fundos dos investidores 100 vezes.

Porém a preocupação veio para aqueles que se mantém como investidores do projeto, já que se o ativo subir muito rápido, a tendência oposta também ocorrerá em um curto período de tempo. Prova disso foi que na última semana, a Pepe Coin despencou, e seu valor de mercado evaporou cerca de 150 milhões de dólares, tendo desvalorizado mais de 45% em alguns períodos do dia.

Da onde veio a PEPE?

A Pepe Coin começou, nada mais e nada menos, como um meme de um sapo verde simpático baseado em um desenho do cartunista Matt Furie criado anos atrás. Não demorou muito para que a imagem se tornasse famosa nos fóruns da internet e se tornasse um token, algo como aconteceu com a já consolidada Dogecoin (DOGE), o Memecoin mais famoso do mercado Cripto.

É nisso que se baseia a criptomoeda dos memes, se vem de um meme da internet ou tem alguma outra qualidade humorística. Além do mais, a criptomoeda pode ser criada por qualquer pessoa que saiba sobre programação.

No caso da Pepe Coin, ela foi desenvolvida na rede Ethereum, que é a plataforma mais popular, esse que foi um dos grandes motivos de sua valorização.

Como o lançamento ocorreu em uma rede com alto volume financeiro, facilitou a troca de ETH por Pepe Coin. Mas o que realmente chamou a atenção do mercado foi o fato de se tratar de uma corretora centralizada, com traders e robôs que tratam desses lançamentos. Portanto, um token que passou pelo processo de listagem de uma corretora como a Binance, a maior do mundo, mostra que não havia critérios para escolher.

Sendo assim, a própria gigante Binance justificou a alta listagem da Cripto devido a sua popularidade, seja do meme ou do lançamento em si da Criptomoeda.

 

Presidente polêmico dos Estados Unidos ganha Coleção de NFTs

O polêmico ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se tornou mais uma figura pública a lançar sua série única de 45 mil cartões colecionáveis não fungíveis, ou, NFTs, que contêm imagens estilizadas do político e empresário, o transformando em super-herói, personagens de fantasia, astronauta e até mesmo jogador de golfe. A coleção é inspirada e baseada em cartões de beisebol americanos, populares no país norte-americano há décadas.

Cada NFT foi lançado inicialmente no valor de 99 dólares, algo em torno dos 500 reais, podendo ser adquirido com Ether (ETH), Bitcoin (BTC) e outras moedas tradicionais do mercado Cripto. A coleção foi extraída na rede Polygon (MATIC), uma blockchain de segunda camada da Ethereum.

NFTs de Trump dá prêmios a colecionadores

Além dos colecionáveis, o site Collect Trump Cards contém um sistema no qual cada usuário que possui uma das NFTs do magnata, automaticamente já ganha o direito a “milhares de prêmios”, um dos quais tem a possibilidade de encontrar Trump para uma ligação via Zoom, um jantar em Miami ou até um coquetel no Mar-a-Lago.

Essa nova empreitada de Trump é vista como surpreendente de acordo com jornalistas e especialistas em política dos Estados Unidos, isso porque o ex-presidente disse em 2019 que não era “fã de Bitcoin” pois, a seu ver, as criptomoedas não eram moedas reais.

Trump anuncia mais um projeto NFT

Desde dezembro no mercado, as NFTs de Trump foram um certo sucesso nos primeiros meses de lançamento, no entanto, como a maioria dos projetos NFTs que se apoiam na imagética de uma pessoa, despencou.

No entanto, Trump voltou a investir no mercado de ativos digitais, só que dessa vez não Trump, e sim, Melania Trump.

De volta com outra rodada de NFTs. Cerca de dois meses depois que o ex-presidente dos EUA, lançou um segundo lote de seus cartões comerciais NFT em busca de alavancar novamente o projeto, lança um conjunto de NFTs inspirados no próximo feriado do Dia da Independência.

Os NFTs baseados em Solana de Melania Trump, chamados de “A Coleção 1776”, baseiam-se em imagens americanas familiares, usando fotos de pontos de referência como a Estátua da Liberdade e o Monte Rushmore afixados em cartazes animados. Cada colecionável digital é vendido por 50 dólares cada (250 reais aproximadamente), metade do valor das peças lançadas pelo seu cônjuge. Abrangendo sete designs para uma tiragem total de 3.500 NFTs, a coleção estará disponível ao final do mês de junho.

Entenda como filme da Barbie gerou diversos golpes com Criptomoedas

Barbie, a boneca mais famosa do mundo ganhou seu próprio filme recentemente e desde sua estreia no último dia 20, já se provou um dos maiores (senão o maior) sucesso cinematográfico do ano até então. O longa dirigido por Greta Gerwig, no entanto, começou a se fazer popular não somente no nicho dos fãs da sétima arte ou da boneca, mas também dentre os investidores em Criptomoedas.

Assim como a maioria das ações dentro da cultura pop que estouram a bolha e vão para o mainstreaming, o filme da Barbie está sendo utilizado como pretexto por ciber-criminosos para aplicar golpes Cripto na internet.

Golpe com Memecoins da Barbie

A grande maioria das Criptomoedas que surgem de filmes, séries, videogames e diversos outros elementos da cultura pop aparecem como Memecoins, que são ativos apoiados num fator que está “hitado” no momento, servindo assim como um investimento de curto prazo, aproveitando o hype do assunto.

Apesar de existir sim iniciativas como essa que são de fato legítimas, os casos recentes de Memecoins da Barbie foram expostos por diversas plataformas de investidores como golpe na certa.

De acordo com pesquisas feitas por especialistas, até agora, já foram identificados mais de 30 golpes com criptomoedas envolvendo “Barbie”, disponíveis na internet, à procura de possíveis vítimas.

Um dos sites mais populares que faz essa filtragem no mundo de investimentos virtuais, o Token Sniffer, realizou uma auditoria entre os principais tokens criados em homenagem à Barbie, como barbie inu, ken, barbie swoon, barbie swap e barbie pink, e a maioria já aparece golpes explícitos.

Como evitar golpes Cripto

Segundo especialistas, a melhor forma de prevenir golpes como esse é ver a procedência das chains que estão por traz das produções desses ativos, além de procurar entender bem do assunto antes de começar uma empreitada de investimentos na Web3.

Em nota oficial, uma das especialistas do site Token Sniffer, Olga Svistunova, explicou ao público como funciona golpes desse tipo.

“Estreias e eventos grandes como filmes tão esperados trazem uma onda de expectativa, mas, em meio à emoção, é crucial que os usuários permaneçam alertas e sigam as regras básicas de segurança online. Ao manter uma mentalidade vigilante e praticar hábitos online seguros, podemos aproveitar ao máximo a experiência da Barbie e Oppenheimer, nos protegendo das ameaças cibernéticas que espreitam no mundo digital”, analisou Olga.

Mais um nome forte das Criptomoedas é preso em meio a crise

Alex Mashinsky, fundador e ex-CEO da empresa de empréstimo de criptomoedas falida Celsius Network, foi preso na manhã de quinta-feira em meio à investigação das autoridades dos EUA sobre o colapso da empresa, que resultou em perdas para milhares de investidores.

A Bloomberg noticiou a prisão por uma pessoa familiarizada com o assunto, que pediu para não ser identificada porque o caso criminal é privado.

A Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA também entrou com uma ação contra Mashinsky e Celsius na quinta-feira. Em documentos divulgados hoje, os reguladores dos EUA alegam que, de março de 2018 a junho de 2022, Celsius e seu fundador, Alex Mashinsky, “coletaram bilhões de dólares de investidores por meio da oferta e venda fraudulenta e não registrada de títulos de criptomoeda”.

No processo, os reguladores dos EUA buscam impedir Mashinsky de comprar, oferecer ou vender criptomoedas e liberá-los de “qualquer forma de enriquecimento ilícito decorrente de suposta conduta ilegal”. A SEC também exige que os contratados paguem multas civis, que são determinadas pelos tribunais.

Como a Celsius chegou ao fundo do poço

Os reguladores observaram que a Celsius caiu em junho de 2022, quando a empresa interrompeu todos os saques, impedindo os investidores de acessar bilhões de dólares em criptoativos confiáveis na plataforma.

No mês seguinte, em julho de 2022, a Celsius pediu concordata, dizendo que o passivo da empresa excedia seus ativos em quase US$ 1,2 bilhão.

Como a Dirty Bubble Media relatou no Twitter, o processo e a prisão de Alex Mashinsky pela SEC ocorre um ano depois que a empresa, que foi uma das primeiras a descobrir o esquema de fraude da Celsius, pediu concordata.

Além da SEC, Celsius e Alex Mashinsky também estão sujeitos a investigações do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ), da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) e da Federal Trade Commission (FTC).

A CEL relata que o Departamento de Justiça acusou o diretor de receita de Mashinsky e Celsius, Ronnie Cohen-Pavon, de “desenvolver um plano de um ano para enganar os clientes” sobre o valor de mercado e os lucros do token nativo da empresa. A acusação alega que Mashinsky fez declarações públicas “falsas e enganosas” sobre suas vendas da CEL.

O processo da CFTC acusa a Celsius e seus funcionários de “fraudar centenas de milhares de clientes, deturpando a segurança e a lucratividade de sua plataforma financeira baseada em ativos digitais”.

 

Criptomoeda de “Careca” vira febre e faz novos milionários

Febre no meio dos investidores em Criptomoedas, as “Memecoins”, Criptos que são criadas a partir de memes, vem sendo uma espécie de refugo em meio a uma recuperação do mercado de ativos digitais. A chance de lucrar alto em um curto período de tempo vem atraindo especialistas no assunto, que vem conseguindo arrecadar quantias impressionantes em cima de um hype momentâneo.

O caso mais recente aconteceu na última semana de julho, quando uma Memecoin criada a partir de uma piada em cima da careca do CEO da Coinbase, fez de alguns investidores milionários.

A ‘BALD’ como foi nomeada, foi criada numa segunda camada da rede Ethereum, a mais famosa e utilizada rede para a criação de ativos.

Valorização da Memecoin BALD

O “boom” da Memecoin ocorreu pouco após seu lançamento, registrando uma valorização gigantesca, fazendo de alguns investidores que estavam na hora certa, no lugar certo, novos milionários.

De acordo com dados da plataforma, foram 5 investidores anônimos que aplicaram entre 500 e 1000 dólares na coin, tendo um retorno de mais de um milhão para cada, cerca de 5 milhões de reais.

No entanto, no último dia 31 de julho, o hype em cima do ativo passou e o preço da memecoin caiu em mais de 86%, de acordo com a plataforma de análise de dados Cripto ‘DEX Screener’.

Esse movimento de alta e queda elevado é comum no meio das Memecoins, já que não são ativos de longo prazo e que, segundo especialistas, são “tiros curtos”, não valendo a pena um investimento a longo prazo tal qual é feito com coins como Bitcoin ou Ethereum.

Apesar da queda, cerca de 1,5 milhões de dólares em BALD ainda estão disponíveis para compra na plataforma da LeetSwap, onde a Memecoin vem sendo disponibilizada.