O Inverno Cripto chegou ao fim? Veja o que os especialistas tem a dizer

Desde meados de 2022, o mercado de Criptomoedas não é o mesmo que teve um boom em 2020 e 2021, que chegou a mudar vidas e criar verdadeiros impérios. O motivo de tal queda e mudança de patamar é o chamado Inverno Cripto, que como indica o nome, chegou para congelar um dos mercados mais lucrativos do mundo.

No entanto, após mais de um ano de preocupação e crise, o cenário enfim parece estar caminhando para o otimismo, o que faz levantar a questão de que se o Inverno Cripto já chegou ao seu fim.

Apesar do cenário positivo que se forma em torno do mercado de grandes Criptomoedas, como o Bitcoin por exemplo, é difícil cravar que o inverno cripto acabou de fato e que estamos no início de um novo ciclo de alta.

De acordo com especialistas, a recuperação considerável deste início de ano foi muito por causa do cenário macro, que, se voltar a piorar, pode trazer mais quedas para o mercado Cripto.

Ou seja, ainda não tem tempo o suficiente para sustentar a hipótese que o Inverno chegou ao fim ou não.

Em entrevista à rede de notícias “Portal do Bitcoin”, o especialista no assunto Rony Szuster, afirmou que tal narrativa de fim do Inverno Cripto deve se consolidar somente no ano que vem, com a aproximação tanto do halving do bitcoin como a entrega de atualizações importantes em projetos como Ethereum.

O que fazer para o Inverno Cripto chegar ao fim

Assim como prever quando o Inverno Cripto irá acabar é difícil, descobrir um jeito de parar o mesmo também não é fácil.

Obviamente a um bom tempo os grandes chefes de corporações tentam encontrar essa resposta, até mesmo para prever uma nova onda de investimentos. Porém, algumas teorias voltam o assunto.

Uma delas é fomentada pelo gestor de portfólio da Hashdex, João Marco Cunha, que acredita que a volta do crescimento depende de um fator crucial.

“Para o inverno cripto chegar ao fim, é preciso que a conjuntura macro pare de atrapalhar e que os investidores retomem algum nível de apetite ao risco, possibilitando que os preços reflitam os avanços em fundamentos observados desde o ano passado. Por enquanto, o Bitcoin e os demais criptoativos seguem com grandes perdas em relação às máximas registradas em 2021”, declarou João também em entrevista ao portal “Portal do Bitcoin”.

Concluindo, é difícil saber na atual conjuntura quando se deve estocar, comprar ou vender Bitcoins, ETH e etc. Indo da estratégia de mercado de cada um quanto ao assunto no momento.

Veja a recompensa que Hacker recebeu por impedir roubo milionário de Criptomoedas

Geralmente, aqueles que desempenham o papel de Hackers, são ligados a ações ruins no ambiente digital, como ataques cibernéticos, roubos de dados pessoais e até de dinheiro. No entanto, existe uma classe de Hackers “bonzinhos”, que são conhecidos no meio da internet como “white hats”. E foi um desses white hats, que recentemente descobriu um bug numa das maiores plataformas de Criptomoedas do mundo, evitando um roubo de mais de 500 milhões de dólares.

O hacker em questão é conhecido com o pseudônimo de 0xriptide, e trabalha como uma espécie de freelancer testando a segurança e solucionando problemas em grandes empresas de Criptomoedas.

Como o Hacker solucionou bug milionário?

Na última ação em questão, o hacker encontrou um grande bug dentro da mais recente da plataforma Arbitrum, uma rede Ethereum, que de acordo com especialistas navegam ao redor da velocidade lenta da rede principal das taxas de transação mais caras, aglomerando em grande quantidade transações em uma cadeia, em seguida, as transmitindo de volta para a rede ETH (Ethereum) como uma transação única.

O problema nisso vem quando tais transações por acontecerem de forma muito rápida, acabam passando por problemas de vulnerabilidade, expondo os usuários da mesma para toda rede, e foi aí que 0xriptide entrou.

O hacker descobriu que a ponte entre a rede principal de Ethereum e o setor que faz as transações, continha uma falha que permitiria que qualquer hacker pudesse substituir o endereço de destino da Arbitrum pelo seu. Ou seja, alguém poderia manipular o bug para fazer depósitos enormes, evitando uma detecção e enviando tudo para sua Wallet pessoal.

Apesar do susto, de acordo com anúncio feito por 0xriptide, nenhum hacker chegou a tempo para explorar o bug.

Hacker recebeu recompensa por solução de bug

Por ter alertado a rede Blockchain da Arbitrium sobre o bug em seu código de transações de ETH, a empresa decidiu recompensar o hacker monetariamente, que apesar de ter sido um grande valor, foi equivalente a apenas 0,1% do valor total em jogo.

0xriptide após descobrir o bug, encheu o bolso com uma recompensa de 400 ETH, ou seja, mais de 530 mil dólares (3 milhões de reais aproximadamente).

“Obrigado à equipe Arbitrum extremamente séria por fornecer uma recompensa de 400 ETH e, claro, por criar uma incrível inovação tecnológica com sua implementação L2”, publicou o hacker em suas redes sociais.

No entanto, pouco tempo depois do ocorrido, veio o anúncio oficial por parte da desenvolvedora, junto do comprovante da recompensa ao Hacker. De forma sarcástica, 0xriptide replicou a publicação e “cavou” um pouquinho mais de dinheiro em sua conta.

“Não é grande coisa apenas fazer a ponte de 470 milhões de dólares com o mesmo contrato de caixa de entrada. Definitivamente deve ser elegível para uma recompensa máxima”, brincou o Hacker.

Veja como funciona o Hotel de luxo que recebe reservas em NFT

Em um tempo de revolução onde a maioria das tecnologias da existentes começam a ser substituídas por outras do universo web3, a forma de como se busca conforto, diversão e praticidade se tornou prioridade também quanto a inovação. Com itens como ingressos se tornando Tokens Não Fungíveis (NFT), projetos começam a surgir na mesma pegada buscando a ideia de tokenizar seus serviços, e foi isso que fez uma rede de hotéis de luxo em Nova Iorque, Estados Unidos.

Indo além de plataformas de hospedagem online, como AirBnB e Hotéis.com, a rede NoMo SoHo passou a oferecer um serviço virtual e inovador de se reservar uma estadia em um de seus hotéis.

A empresa lançou uma coleção de três pacotes de NFTs que incluem diárias no hotel da cidade que nunca dorme de três a seis noites.

Os valores são todos disponibilizados para compra através da Criptomoeda ETH (Ethereum), com pacotes inciiais atualmente sendo vendidos a partir de 0,41 ETH, ou seja, cerca de 3,9 mil reais, isso com base na cotação atual da Cripto.

Atualmente, mesmo com toda a desvalorização em cima da Cripto principalmente após a fusão do ETH, a tendência é de que as estaduais tenham se valorizado, principalmente com a alta temporada de turismo nos Estados Unidos.

Com o nome de “NFTStays”, tais pacotes já estão disponíveis por meio da plataforma marketplace SolidBlock, que surgiu recentemente justamente focada para o âmbito de especialização na tokenização de ativos para o mercado imobiliário e hoteleiro, agora com a entrada da NoMo SoHo.

Em entrevista à Forbes, o CEO da SolidBlock, Yael Tamar, comentou sobre a fórmula que deve reformular a fórmula de tratar os hóspedes e facilitar suas vidas via o NFT.

“A SolidBlock está reformulando a forma como usamos NFTs, criando casos de uso prático usando a tecnologia NFT para agregar valor exclusivo ao setor de hospitalidade e seus hóspedes”, afirmou Yael.

Os benefícios de pacote NFT de Hotel de luxo

Quanto às diferenças referentes aos três pacotes de hospedagem de token não fungível, cada qual deles estaria representando uma parte do hotel, como por exemplo o “Túnel do Amor”, que seria o arco romântico da entrada no hotel.

Assim que o hóspede reservar seu pacote NFT, já passam a ganhar benefícios e cortesias exclusivas para assinantes dessa nova tecnologia. Dentre os mais importantes a serem citados estão o late check-out, café da manhã e descontos especiais em cima de tarifas nas possíveis próximas estadias.

O hotel de luxo fica localizado no edifício mais alto do bairro do Soho, com um total de 26 andares e 264 quartos com vistas para toda Nova Iorque. Isso tudo além das salas especiais que vão desde cinemas privativos até um restaurante contemporâneo que serve coquetéis recém lançados de uma colaboração entre uma marca de destilado e uma empresa web3, a Nina’s x Liquid Lab.

Grife de luxo anuncia parceria com maior coleção de NFTs do mundo

Grife de jóias de luxo, a francesa Tiffany anunciou seu mais novo projeto junto de uma das marcas mais populares e valiosas de tokens não fungíveis (NFTs) na web3, lançando sua própria coleção de NFTs, os CryptoPunks.

Após recém ultrapassar a coleção de NFTs, Bored Apes Yatch Club, os CPKS (CryptoPunks), se tornaram a mais valiosa e rentável inciativa NFT do mundo. Com toda sua popularização, os itens com características de profile NFT, ganharam sua própria linha de jóias junto da Tiffany, os NFTiff.

Desde o dia 5 de agosto no mercado, os itens contam com um valor inicial fixado em 30 ETH (Ethereum), ou seja, mais de 240 mil reais na cotação atual.

Com a coleção sendo única e limitada a 250 peças, a expectativa é que esse valor estipulado inicialmente cresça exponencialmente.

Quanto às vantagens, aqueles que obtiverem o artigo de luxo, ou algum NFT temático da Tiffany com os CryptoPunks, ganharam um pingente exclusivo e feito sob medida por artesãos da grife, personalizados com o devido CryptoPunk do portador.

Ações da Tiffany na Web3

A Tiffany é uma das marcas de artigos de vestimenta que mais lucra e trabalha no mercado de ativos digitais. Até hoje, sem contar a mais nova parceria com os CryptoPunks, já foram 3 ações da “Tiff” na web3.

A primeira aconteceu em meados de março de 2022, quando a marca de luxo anunciou a compra um NFT da coleção Okapi NFT, no valor de 380 mil dólares, mais de 2 milhões de reais. A imagem do token inclusive, é usada pela empresa no perfil oficial do Twitter já há algum tempo.

No mês seguinte, em abril, veio a primeira iniciativa própria da Tiff, quando a marca lançou as “TiffCoins“, itens digitais com a aparência de moedas de ouro, em versão digital, que apesar de se assemelhar com uma Criptomoeda, não passa de um NFT.

Na época, a Tiffany inclusive se pronunciou reforçando a ideia de que não eram Criptomoedas, brincando com o fato dos quilates do ativo.

“Essas moedas de ouro de 18k de lançamento limitado muito reais são uma versão moderna do nosso Tiffany Money é uma celebração da nossa história”, afirmaram.

Ainda em abril, ocorreu a primeira interação entre a Tiffany e o os CryptoPunks, já que em homenagem ao vice-presidente da marca, que comprou um item da coleção, acabou criando um pingente especial com a imagem do CryptoPunk #3167, que Alexandre Arnault comprou por uma quantia milionária.

Segundo um levantamento de análise feito pela empresa de soluções em Cripto Ativos na web3, Dune, a Tiffany aparece em terceiro lugar numa lista que ranqueia as marcas de artigos de moda que mais lucraram com ações envolvendo NFTs. Os franceses do fim de 2021 até agora, teriam feito 12,6 milhões de dólares, estando atrás apenas de nomes como Dolce & Gabana e da Nike, recordista em qualquer que seja o segmento de indústria, com um faturamento que até hoje acumula mais de 700 milhões de reais.

NFTs Bored Apes são superadas por outra coleção de Ativos Digitais; Descubra qual

Rei das NFTs desde o seu lançamento, os BAYCs, ou, Bored Ape Yatch Club são uma das coleções de tokens não fungíveis mais famosas e valiosas do mundo. Presente na coleção de grandes nomes da mídia como Neymar, Lewis Hamilton e Stephen Curry, os BAYCs foram um dos grandes responsáveis por popularizar os ativos digitais.

No entanto, apesar de toda sua fama que persiste mesmo após quase dois anos de sua estreia no marketplace da OpenSea, os Bored Apes foram superados.

Outra coleção queridinha dos investidores e colecionadores, os CryptoPunks, ultrapassaram os BAPS no sentido de precificação, ou seja, o NFT mais barato dos CPK é mais caro que o dos Bored Apes.

Criada pela desenvolvedora Larva Labs, os CryptoPunks também vem de uma época não tão distante de NFTs, que surgiu junto dos Apes.

Os designs da peça trazem o gênero de NFT de perfil, assim como os BAYCs, que consistem em um elemento no centro, sendo ele Costumeiramente uma figura animal, ou humana, como é o caso do CPK.

A coleção passou a se tornar a mais cara da internet no meio de agosto, no meio, passando os Bored Ape Yacht Club pela primeira vez em cinco meses, depois de um domínio total do mercado dos NFTs dos macacos caricatos.

Veja o preço dos NFT Bored Ape e Crypto Punk

De acordo com o marketplace que abriga ambas as coleções de NFT, o Opensea, no momento, a quantidade de Ethereum, ou, ETH (cripto usada no mercado) que movimentou e circulou diante a coleção dos Bored Apes é de 655 mil ETH, ou seja, mais de cinco bilhões e meio de reais.

Já quanto aos CrypoPunks, o valor de vendas e compras que foram movimentadas no marketplace chega a impressionantes 987 mil ETH, aproximadamente 8,4 bilhões de reais.

A “subida” de valor desses CryptoPunks mais de dá por uma descida maior dos BAYC do que outra coisa.

Com o mercado num certo colapso, os NFTs foram uma das principais áreas que andam lado a lado com Criptomoedas que foram afetadas.

De acordo com um levantamento da Dune Analytics, empresa de analise de mercado de ativos digitais, os Bored Apes Yatch Club caíram 33% no início do mês de agosto, atingindo assim o seu menor valor dentre os últimos 8 meses.

Junto na queda, porém com um número significativamente menor, os preços dos CryptoPunks em agosto caíram “apenas” 24% no mesmo período que os BAYC, superando assim o “rival”.

Apesar de toda essa concorrência, tudo volta, literalmente, para o bolso de uma só marca, a Yuga Labs.

O estúdio criador dos Bored Apes desde março deste ano tem em seu portfólio os direitos à propriedade intelectual da coleção CryptoPunks. Ou seja, todo esse sobe e desce de preço, passa e ultrapassa, rendeu a Yuga Labs de uma forma ou de outra, colocando em seus cofres mais de 15 bilhões de reais durante sua existência com apenas duas coleções de Tokens Não Fungíveis colecionaveis.

Coleção de NFTs de Futebol esgota em minutos; Veja o valor arrecadado

Comprovando ainda mais o crescimento e resistência das NFTs esportivas em meio a crise cripto, a desenvolvedora web3 StarCard Sports Games, lançou e esgotou sua coleção de Tokens Não Fungíveis (NFT) Palla Diamond Radar Soccer Ball NFT em questão de minutos.

Já no seu segundo drop, a coleção colhe o sucesso da antecessora, cuja NFTs foram também esgotadas custando entre 1 e 1,5 ETH (Ethereum), algo em torno de 9 e 14 mil reais.

Atualmente, o último drop foi cotado ainda mais caro, variando entre 1,5 ETH inicialmente e 2,25 no máximo, ou seja, já chegando na casa dos 22 mil reais por NFT.

Os tokens não fungíveis consistem em 100 bolas Palla Diamond, que oferecem benefícios e reforços no Jogo Blockchain da empresa, o APY.

Além de ações envolvendo o Game, o NFT agora tem como uma de suas principais atrações a oportunidade de conhecer as lendas do futebol e parceiros do projeto, os laterais Roberto Carlos e Ashley Cole, em um encontro diretamente em Londres, na Inglaterra.

Em anúncio do novo drop, o CEO da StarCard Sport Game, Steve Schechter, comemorou novamente a cooperação e ressaltou ações que ajudam o meio ambiente do negócio.

“Essa cooperação empolgante flui além dos NFTs e alavancará a tecnologia Reactor proprietária da ARC, que reduz o custo, o tempo e o consumo de energia de qualquer desenvolvimento Web3 em mais de 10 vezes”, avaliou Steve.

NFTs de Esporte durante Inverno Cripto

O lançamento e o sucesso dos drops do projeto de NFTs da StarCard Sports, prova que mesmo em um momento conturbado para se investir em ativos digitais, a paixão pelo esporte se sobressai e gera não só lucro para as empresas e desenvolvedoras mas também experiências para os fãs.

Talvez um dos trunfos desse segmento foi apostar não somente em altos lucros e promessa de rendimentos, mas sim, oferecer experiências e uma iniciativa cripto na vida de investidor do usuário e amante dos mais variados esportes.

Os Fan Tokens, por exemplo, são ativos que geraram lucro para os times de futebol e uma experiência satisfatória para os torcedores, combinando Criptomoedas, vantagens e proximidade entre fã e instituição.

Junto disso surgem os NFTs desses times, que miram no torcedor, e não no investidor, justamente o que fez crescer a porcentagem de usuários mesmo com uma crise no setor.

A expectativa é que para os próximos anos esse mercado movimente centenas de bilhões de dólares.

O principal deles talvez esteja concentrado nos Fan Tokens e nos Fantasy Games, como Sorare e NBA Top Shot. Os jogos que além do lucro visam coleção e diversão, já são sucesso e contam com parceria com os mais importantes nomes de seus devidos esportes, seja o basquete com a licença da NBA, ou, o Sorare no portfólio com ligas como a Belga, Italiana e Americana.

Recentemente, a Premier League, principal liga de futebol do mundo, fez um movimento de mais de 500 milhões de euros para a liberação total e licenciamento de seus times e jogadores para a criação de diversos Fantasy Games Blockchain, consolidando ainda mais a modalidade nos serviços de ativos digitais.

MLS ganha mais uma parceria no ramo de criação de Games Blockchain

Depois de firmar um grande acordo quanto a licenciamento da liga para a introdução no Fantasy Game Blockchain da Sorare, a MLS, principal liga de futebol dos Estados Unidos, acaba de selar mais um negócio que coloca o “soccer” dentro de um universo da web3 e games envolvendo NFTs.

Em associação com a desenvolvedora de Jogos NFT, Splinterlands, a MLSPA (Major League Soccer Players Association), vem trabalhando no projeto de um jogo de futebol blockchain de mecânica baseada em Cards.

De forma quase que idêntica a líder do gênero, Sorare, o jogo da MLS no entanto deve ficar somente no ambiente americano, porém, mantendo a lucrativa estrutura de P2E (Play To Earn).

Costumeiramente, os Cards do Game serão os próprios Tokens Não Fungíveis (NFT), que permitirão que os usuários coletem e depois troquem seus itens, que terão como base para raridade, escassez e qualidade, o que os atletas da MLS fazerem na vida real, usando um sistema que abraça eventos da partida e estatísticas dos jogadores em campo moldando suas qualidades.

Esse projeto da desenvolvedora Splinterlands promete ser o primeiro de uma sequência de games do gênero, que pretende que o GLS (Genesis League Sports) se torne o título principal de uma série de jogos do mesmo nome, que no entanto vai trazer outras modalidades esportivas nos mesmos moldes, com cards NFTs, um sistema P2E e uma mecânica apoiada totalmente no licenciamento que cria um vínculo maior dos fãs com seu time do coração ou atleta ídolo.

Cartolas do projeto comentam sobre lançamento da inciativa Blockchain

Em entrevista a magazine americana ‘SportsProMedia’, o CEO da MLSPA, Dan Jones, comentou sobre a importância de estar incluso com os atletas e equipes da MLS em projetos do gênero web3, ainda mais com a parceria da Splinterlands.

“À medida que a MLSPA continua a expandir a presença comercial de nossos jogadores, nos esforçamos para identificar parceiros na vanguarda da inovação, tecnologia e criação de novas categorias. Unir forças com a Splinterlands, pioneira e líder comprovada no mundo dos jogos P2E em rápida expansão, permite que nossos jogadores moldem o futuro e criem novas experiências de jogo para envolver os fãs em todo o mundo”, analisou Dan.

Do lado da Splinterlands, o co-fundador e diretor da empresa, Jesse Reich comentou sobre a importância do projeto para a aproximação do público não só para o futebol, mas também para o universo web3, que deve revolucionar toda uma geração do esporte em breve.

“A Web 3.0 oferece novos padrões e possibilidades de desenvolvimento estabelecidos por seus membros da comunidade, e estes formam um novo caminho para grandes oportunidades para todos os envolvidos, para aqueles dentro da indústria, bem como para fãs e entusiastas do esporte. Esta é uma inovação incrível na indústria do esporte, e a MLSPA é um de nossos maiores investidores”, revelou Jesse.

“Estamos entusiasmados por fazer parceria com eles neste modelo inovador e estou ansioso por essas maneiras emocionantes de conectar esportes, jogos, criptomoedas, NFTs, DeFi e tecnologia blockchain”, completou.

Apesar da nova parceria e da introdução de um sistema que poderia acabar como concorrente, a Sorare seguirá sendo patrocinadora oficial da MLS, mantendo sua participação e a introdução de atletas na sua plataforma de Fantasy Game Blockchain.

Sorare lança coleção de Cards NFT de lenda do futebol argentino

Nessa semana, a Sorare anunciou mais uma grande lenda do esporte mundial no seu Fantasy Game de cards NFT. Se trata de Mario “El Matador” Kempes, lenda do ataque argentino e um dos maiores artilheiros da história da seleção dos hermanos.

As cartas em questão são as Kempes Legends, que se concentram no primeiro ano como atleta profissional, quando atuava pelo Rosario Central.

Esse ano em específico, Kempes liderou a artilharia da Primeira Divisão Argentina com incríveis 25 gols em apenas seu primeiro ano como jogador de futebol de fato.

Ídolo do Valencia, da Espanha, Kempes também conta em seu currículo com o título da Copa do Mundo de 1978 com a seleção Argentina. O atleta inclusive marcou duas vezes na final diante a Holanda sob os olhares de milhares de torcedores que lotaram o histórico Monumental de Nunez.

Considerado pela FIFA um dos 150 maiores jogadores de futebol vivos, Kempes marcou mais de 300 gols em sua carreira de cerca de 2 décadas.

Lendas Do Futebol argentino na Sorare

A presença de Kempes na coleção de Cards em versão Tokens Não Fungiveis (NFT) da Sorare no entanto, não é a primeira de uma lenda Argentina do futebol no Fantasy Games.

Isso porque, nada mais nada menos que Maradona, já a algum tempo está presente no Sorare, tendo inclusive uma das cartas mais valiosas da plataforma.

Não só uma das maiores lendas da Argentina, Maradona é considerado por muitos (principalmente o povo argentino) como maior e melhor do que o Rei do Futebol, Pelé.

O atleta que faleceu em 2020 ganhou em 2021 uma coleção parecida com a de Kempes, que mostrava seus passos na primeira equipe profissional que defendeu, o Argentinos Juniors.

Peças iniciais de Maradona foram vendidas em seu lançamento por mais de mil dólares, tendo a versão gols como uma das mais valiosas, tendo sido comprada por mais de 100 mil dólares, cerca de 550 mil reais.

Além das cartas de jogador, Maradona também conta com sua coleção de Cards como treinador, também do Argentinos Juniors, onde teve sua primeira experiência como técnico.

Além de Maradona, Beckenbauer, Platini, Steven Gerrard e Cannavaro são outras lendas do esporte presentes em forma de NFT na Sorare.

O game funciona com um mecanismo de montagem de time a partir de 4 cards, representados por jogadores de defesa, ataque, meio e o goleiro.

A montagem de cada time importa para a entrada em eventos e campeonatos que rendem prêmios em Criptomoedas do game, que posteriormente podem ser trocadas por ETH (Ethereum), que é a rede Blockchain onde está situada o game.

Dentre as cartas mais importantes e valiosas da plataforma está a de um Brasileiro. Lenda do Real Madrid, Barcelona e Inter de Milão, além de penta com a seleção brasileira, Ronaldo Fenômeno possui uma das coleções de cartas mais caras da Sorare, provando a valorização e paixão em cima de cards inspirados em lendas e jogadores que de alguma forma marcaram o futebol.

Maradona ganha coleção de NFTs; Confira

Falecido em 2020, a lenda do futebol argentino e mundial, Diego Armando Maradona, ganhou uma coleção de NFTs inspirada em momentos marcantes da trajetória do craque no esporte, que o colocou como grande rival do Rei Pelé, na disputa de maior nome do futebol.

Os tokens não fungíveis terão o nome de ‘D1OS NFT Club’ e serão negociados na plataforma de investimentos em criptos e NFTs, DAO Maker. A empresa que também é a organizadora do projeto, ainda não deu data para o lançamento da coleção, porém no site, aparece o aviso de em breve e a possibilidade de cadastro para pré-venda.

Ainda sem muitos detalhes concretos, o que se sabe é que os NFTs de Maradona terão envolvimento também da Bitflix, Metaverso de cinema que se encontra envolvido com grandes nomes, como o streaming Netflix. A empresa de Hollywood será responsável pela criação e design de toda a coleção.

“A primeira coleção de NFT Licenciada Oficial de Diego Armando Maradona. Um legado está prestes a ser imortalizado na Blockchain de Ethereum através do D1OS NFT. A DAO Maker está extremamente orgulhosa de fazer parte disso”, informou em seu Twitter oficial, DAO Maker.

5000 peças estarão presentes no que deve ser o início da DAO Maker no segmento de ídolos e NFTs, que é aguardada para nomes como Pelé, Ronaldo, Ronaldinho e outros craques do futebol brasileiro.

Antes de NFT, Maradona já teve própria Criptomoeda

Antes mesmo de virar NFT, em 2020 ainda quando era vivo, a lenda Argentina já “participava” do mundo dos Criptoativos.

A iniciativa da cripto criada na rede ETH (Ethereum), uma das principais do segmento, acabou se tornando um artigo raro e colecionável de Maradona.

Por meio da Sorare, maior nome de NFTs envolvendo futebol e uma parceria com o Gimnasia, clube argentino que já contou com Maradona, o “game” de cartas P2E (Play-to-earn), lançou 100 cartas colecionáveis ERC – 721, que não podem ser replicadas.

Dessas 100, 10 são super raras enquanto uma, a de treinador, quando Maradona foi técnico do time, é a mais valiosa e exclusiva de todas.

Das comuns até a mais rara, os preços variam entre 50 a 60 euros (300 reais) até 13 a 14 mil euros (80 mil reais).

Na Sorare nomes de jogadores brasileiros licenciados como Ronaldo, Rivaldo e Roberto Carlos estão presentes, sempre tidos como peças mais caras, assim como Maradona, muito por seus legados no esporte em geral.

Em 2021, novamente Maradona voltou a “se tornar” um criptoativo. Isso porque argentinos criaram o ‘Maradólar’, moeda que foi distribuída gratuitamente como forma de homenagem ao maior ídolo do futebol dos hermanos.

Bastava se cadastrar no site do projeto, onde foram distribuídos os maradólars. 10.000 unidades chegaram a mão dos cadastrados, que hoje contam com um token não monetário porém exclusivo, que em algum dia ainda pode valer um bom dinheiro nesse mercado de NFTs, que preza pela exclusividade.

A ideia dos idealizadores além de homenagear Maradona, era conscientizar a população Argentina no mundo dos criptoativos, já que o país não aparece nem perto dos centros que se destacam no movimento.